Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudosaber ouvir.
Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.
Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão.
Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados.
Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar.
Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa.
Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo.
Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender oTexto: Vinícius de Moraes
Oi, estou aqui para agradecer um presentinho muito especial!!
Ganhei um Certificado de Excelência e Um Troféu Excelência do Site Atualizando Blogs.
Fiquei surpresa e muito feliz pois cuido deste blog com muito carinho (é claro que com a ajuda incansável de meu marido...eheh) e é como um pedacinho de mim... portanto obrigada de coração por estes lindos presentes...


Um dia, um bezerro precisou atravessar a floresta virgem para voltar a seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma trilha tortuosa, cheia de curvas, subindo e descendo colinas. No dia seguinte, um cão que passava por ali usou essa trilha para atravessar a floresta. Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta. Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saiam, viravam à esquerda e à direita, abaixando-se, desviando-se de obstáculos, reclamando e praguejando, até com razão, de caminhos tão mal traçados. Mas não fizeram nada para mudar a trilha. Esta acabou virando uma estradinha onde os pobres animais se esfalfavam sob pesadas cargas, sendo obrigados a percorrer em três horas uma distância que poderia ser vencida em uma, se a trilha não tivesse sido aberta por um bezerro.
Muitos anos se passaram. A estradinha tornou-se o principal acesso de um vilarejo, que depois se tornou uma grande cidade e parte desse trajeto do bezerro se transformou numa grande avenida de centro nervoso da grande metrópole. Por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a antiga trilha do bezerro, aberta por instinto. Os homens têm a tendência de seguir, como cegos, as trilhas de bezerros que habitam suas mentes e pouco se esforçam para mudar o que já está feito. Por isso, podem percorrer, às vezes, distâncias muito longas no decurso de suas vidas. Não fique aí parado, abra você novas trilhas, explore novos conhecimentos, defina objetivos específicos para ser um vencedor, na grande batalha competitiva que é o mundo onde vivemos. COMECE AGORA!
Neste dia de Finados, três textos escolhidos para sua reflexão. Busque sempre a iluminação interior...


Certa vez, um reino da China estava em guerra civil e em guerra com outro reino também.
O rei mandou vir um sábio e pediu que ele fizesse algo para restabelecer a paz a harmonia no reino.
O sábio nada respondeu e voltou para sua casa na montanha.
Diante desta inação o rei ficou muito decepcionado e inquieto.
Mas pouco a pouco a guerra civil foi se acabando e os invasores se retiraram.
A harmonia e a paz voltaram ao reino.
O rei foi à casa do sábio e disse-lhe:
- Se você nada fez, como pode ser que a paz tenha voltado de forma tão inexplicável?
O sábio respondeu:
- Eu trabalhei pela paz em mim mesmo e esperei que ela se estendesse a todo país.
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(Fábula Chinesa extraída do "Fábulas em cartão postal", uma publicação "Convivendo com arte") Pare e pense, tá?
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Existiu um Lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite. Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de
estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.
Os vizinhos do Lenhador alertavam que a Raposa era um bicho, um animal selvagem; e portando, não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança.
O Lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam: - "Lenhador abra os olhos ! A Raposa vai comer seu filho." - "Quando sentir fome, comerá seu filho ! "
Um dia o Lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários - ao chegar em casa viu a Raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada... o Lenhador suou frio e sem pensar
duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa...
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta...
O Lenhador enterrou o Machado e a Raposa juntos.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar...


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