

A Família de Filipe IV, mais conhecida como As Meninas, é o nome de um famoso quadro pintado em 1656 pelo pintor espanhol Diego Velázquez.
A obra está hoje no Museu do Prado. Ao centro pode-se ver a infanta Margarida Teresa de Habsburgo, filha de Filipe IV, acompanhada de suas damas de companhia, de seus criados, de uma anã e uma criança que mexe com um cão. Já no canto esquerdo, vê-se um auto-retrato de Velázquez, em cuja veste percebemos a cruz da Ordem de Santiago, que foi incluída na tela somente após sua morte. Os reflexos do rei e da rainha da Espanha surgem num espelho atrás da infanta. Acima do retrato há dois quadros do acervo do palácio e, mais ao fundo, um homem entra em cena e movimenta a cortina, trazendo mais luminosidade à tela.
Nomeada originalmente como A Família, a tela foi salva de um incêndio que atingiu o Palacio Real de Madrid em 1750, passando ao Museu do Prado em 1819 e recebendo, posteriormente, o título de Las Meninas. Embora "menina" seja uma palavra da língua portuguesa, era usada na corte espanhola com o sentido de "dama de companhia".
É uma das obras pictóricas mais analisadas e comentadas no mundo da arte. Como tema central amostra a infanta Margarida de Áustria, apesar que a pintura apresenta outras personagens, incluída o próprio Velázquez. O artista resolveu com grande habilidade os problemas de composição do espaço, a perspectiva e a luz, graças ao domínio que tinha do tratamento das cores e tons junto com a grande facilidade para caracterizar as personagens. Um espelho colocado na parte do fundo da pintura reflete as imagens do rei Filipe IV da Espanha e a sua esposa Mariana de Áustria, segundo uns historiadores, entrando na sessão de pintura, e segundo outros, posando para ser retratados por Velázquez; neste caso seria a infanta Margarida e os seus acompanhantes os que vinham de visita para ver a pintura dos reis.
Hoje vou postar uma frase de um Chefe Sioux que serve de alerta a todos nós:
"Quando a última árvore for cortada, quando o último rio for poluído, quando o último peixe for pescado, aí sim eles verão que dinheiro não se come."

Mais um pouquinho de J. K. Rowling:
Joanne Kathleen Rowling, conhecida como J. K. Rowling, (Yate, 31 de julho de 1965) é uma escritora britânica de ficção, autora dos sete livros da famosa
e premiada série Harry Potter ,e de três outros pequenos livros relacionados a Harry Potter. Desde criança, Joanne gostava de ler contos como O Vento nos Salgueiros e O Cavalinho Branco. Muitos autores influenciaram sua obra, e fizeram nascer em Joanne a vontade latente de tornar-se escritora. Famosa por escrever em bares, com a primogênita ao lado no carrinho, ela enfrentou uma série de dificuldades até atingir a riqueza e a fama como escritora , passando-se longos anos até que Harry Potter e a Pedra Filosofal chegasse às prateleiras, com a ajuda de seu agente literário Christopher Little. Desde então, J.K.Rowling escreveu os outros seis livros que a tornaram rica, e capacitaram-na a contribuir com instituições que ajudam a combater doenças, injustiças e a pobreza. Seus livros, traduzidos para sessenta e quatro línguas,venderam mais de 325 milhões de cópias pelo mundo todo, e renderam à autora por volta de 576 milhões de libras, mais ou menos 1 bilhão de dólares, segundo estimativa da Forbes em fevereiro de 2004, tornando-a a primeira pessoa a tornar-se bilionária (em dólares) escrevendo livros.Já em 2006, ela foi nomeada pela mesma revista como a segunda personalidade feminina mais rica do mundo, atrás apenas da apresentadora da televisão americana Oprah Winfrey. Em 2007 ficou com a posição 891 dos bilionários do mundo na lista da Forbes e nesse mesmo ano ela ficou com o número 48 da lista da Forbes "100 Celebridades". Em 2008, apareceu na posição 1064, embora sua fortuna tenha aumentado com o lançamento de Harry Potter e as Relíquias da Morte, o último livro da série.É notória, entretanto, que J.K.Rowling afirma veementemente no documentário Um ano na vida de J.K.Rowling, dirigido pelo escritor James Runcie, que, embora possua sim muitos milhões, não chega a ter um bilhão de dólares.
Honrarias:
Pelo seu trabalho artístico e beneficente, J.K.Rowling ganhou diversas homenagens e honrarias. As mais importantes são listadas a seguir:
Junho de 2000 - É nomeada pela Rainha Elizabeth como Officer of the British Empire, tornando-se Lady J.K.Rowling.
Julho de 2000 - Recebe o título de Dra. Honoris Causa em Letras pela Universidade de Exeter, onde estudara entre 1985 e 1987.
Setembro de 2000 - Um quadro de J.K.Rowling pintado por Stuart Pearson Wright ganha seu lugar na National Portrait Gallery em Londres.
Abril de 2006 - Um asteróide é descoberto pelo Dr. Mark Hammergren do Adler Planetarium, que, sendo fã de Harry Potter, dá-lhe o nome de 43844 Rowling.
Maio de 2006 - Um dinossauro da ordem Pachycephalosauria recebeu o nome de Dracorex hogwartsia, "Dragão Rei de Hogwarts" em homenagem a Hogwarts, criação de Rowling.
Julho de 2006 - J.K.Rowling recebe o título de Dra. Honoris Causa em Direito pela Universidade de Aberdeen.
Julho de 2007 - J.K.Rowling recebe o Golden Blue Peter Badge, a maior honraria do programa Blue Peter. Ela já havia recebido a de prata, mas só ganharia a de ouro, lhe disseram, quando fizesse algo muito importante como salvar uma vida.
Outubro de 2007 - J.K.Rowling recebeu o prêmio Pride of Britain por inspirar mães solteiras e aspirantes a autores.
Outubro de 2007 - J.K.Rowling recebeu o prêmio Order of the Forest da Markets Initiative, uma organização canadense de proteção ao meio ambiente, pela impressão de Harry Potter e as Relíquias da Morte com papel reciclado.
Novembro de 2007 - J.K.Rowling vence o prêmio Entertainer of the Year da revista Entertainment Weekly.
Fevereiro de 2009 - Recebe de Nicolas Sarkozy, presidente da França, a insígnia de Cavaleiro da Ordem da Legião de Honra.
Até a próxima, Menin@ da Net
Continuando nossas homenagens, vou dedicar esta página a J. K. Rowling, genial escritora que criou o MUNDO HARRY POTTER:

J.K. Rowling escreveu o primeiro livro da série em um café
Por trás do sucesso da série Harry Potter está Joanne K. Rowling, uma escritora cuja vida, de certa forma, se confunde com a de seu personagem: o menino sem graça que, de repente, descobre-se possuidor de poderes mágicos e torna-se famoso.
Joanne viveu em Portugal por alguns anos, depois separou-se do marido, voltou para Edimburgo sem dinheiro e com uma filha de três meses para sustentar.
Vivendo com auxílio-desemprego em um apartamento minúsculo, frio e úmido da capital escocesa, Rowling freqüentava um café, onde rabiscava em guardanapos idéias soltas que viriam a se transformar nas aventuras de Harry Potter.
Com o livro pronto - todo ele escrito no café -, Joanne decidiu datilografar o livro e enviar o material para uma editora. Três anos depois de lançar o primeiro dos sete volumes que pretende escrever sobre seu personagem, J.K. Rowling tornou-se milionária com os quatro livros já publicados. As histórias do aprendiz de feiticeiro já foram traduzidas para mais de 31 idiomas e fazem sucesso em todo o mundo.
Menin@
A seguir um trecho da entrevista do ator Matthew Lewis, o Neville de Harry Potter:
"O ator Matthew Lewis, intérprete de Neville Longbottom na série 'Harry Potter', concedeu uma entrevista ao site SnitchSeeker, onde comentou sobre o processo de gravações e sua participação em "Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte I e II".
Na entrevista, o ator inglês garantiu que o último filme será muito fiel à trama do livro. Matthew completou ainda que, para ele, "Relíquias da Morte" é muito mais "sangrento" e que em alguns momentos podem ser até "perturbadores".
"Estamos tentando deixar o filme muito fiel ao livro. Queremos mostrar cada detalhe presente no livro.", disse o ator. Falando sobre "Relíquias", parte 2: "Neste filme não eufemizamos¹ a morte, sabe chega a ser até meio 'cru', e os atores tiveram que dar o melhor deles para podermos atingir uma cena com qualidade!"
Completando, Matthew disse que se pudesse classificar o filme 7 (parte um e dois) ele colocaria na categoria "Épico", assim como Tom Felton o considera.
As gravações de "Relíquias da Morte" vão até o fim de maio, totalizando-se em 16 meses de gravações. A primeira parte do filme estreia dia 19 de novembro deste ano (2010) e a segunda no dia 15 de julho de 2011. Faltam 7 meses para a estreia da parte um!"

De: http://www.scarpotter.com/noticias/mattew-lewis-rel-quias-da-morte-pico-sangrento-e-at-perturbador.html
Até a próxima, Menin@
Olá,

fazia tempo que eu não vinha aqui BLOGAR. Tenho estado muito ocupada, mas não esqueço deste cantinho do qual tenho muito carinho. Antes de voltar a ativa, assim dizendo, quero postar um poema sobre a saudade:
SONDEI O CORAÇÃO
Sondei meu coração
Tentando reanimá-lo
Sabendo de antemão
Não iria consertá-lo.
Às vezes sou navio desfeito
Por um mar sem piedade
Mas, o que está feito, está feito!
O resto, faz-se agora de saudade.
A vida não tem sentido
Me leva a pouco e pouco
Trago o significado perdido
O tempo passa por mim como louco.
Meus ombros andam abatidos
No tempo sou já sobejo
Meus olhos p'lo tempo vencidos
Para tras sonho e desejo.
Os pensamentos vazios
Poemas que são nostalgia
Esperanças atadas com fios
Brinca comigo a vida com ironia.
Este tempo corre por mim
E eu chama trémula de vela
Já me leva a mágoa sem fim
Ou sou eu companheira dela?
ROSAFOGO (http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=126534)


A maioria das histórias de seus livros infantis se passavam no Sítio do Picapau Amarelo, um sítio no interior do Brasil, tendo como uma das personagens a senhora dona da fazenda Dona Benta, seus netos Narizinho e Pedrinho e a empregada Tia Nastácia. Esses personagens foram complementados por entidades criadas ou animadas pela imaginação das crianças na história: a boneca irreverente Emília e o aristocrático boneco de sabugo de milho Visconde de Sabugosa, a vaca Mocha, o burro Conselheiro, o porco Rabicó e o rinoceronte Quindim.
No entanto, as aventuras na maioria se passam em outros lugares: ou num mundo de fantasia inventados pelas crianças, ou em histórias contadas por Dona Benta no começo da noite. Esses três universos são interligados para a histórias e lendas contadas pela avó naturalmente se tornarem cenário para o faz-de-conta, incrementado pelo dia-a-dia dos acontecimentos no sítio.
Coleção Sítio do Picapau Amarelo
1921 - O Saci
1922 - Fábulas
1927 - As aventuras de Hans Staden
1930 - Peter Pan
1931 - Reinações de Narizinho
1932 - Viagem ao céu
1933 - Caçadas de Pedrinho
1933 - História do mundo para as crianças
1934 - Emília no país da gramática
1935 - Aritmética da Emília
1935 - Geografia de Dona Benta
1935 - História das invenções
1936 - Dom Quixote das crianças
1936 - Memórias da Emília
1937 - Serões de Dona Benta
1937 - O poço do Visconde
1937 - Histórias de Tia Nastácia
1939 - O Picapau Amarelo
1939 - O minotauro
1941 - A reforma da natureza
1942 - A chave do tamanho
1944 - Os doze trabalhos de Hércules (dois volumes)
1947 - Histórias diversas
Outros livros infantis
Alguns foram incluídos, posteriormente, nos livros da série O Sítio do Picapau Amarelo. Os primeiros foram compilados no volume Reinações de Narizinho, de 1931, em catálogo apenas como tal até os dias atuais.
1920 - A menina do narizinho arrebitado
1921 - Fábulas de Narizinho
1921 - Narizinho arrebitado (incluído em Reinações de Narizinho)
1922 - O marquês de Rabicó (incluído em Reinações de Narizinho)
1924 - A caçada da onça
1924 - Jeca Tatuzinho
1924 - O noivado de Narizinho (incluído em Reinações de Narizinho, com o nome de O casamento de Narizinho)
1928 - Aventuras do príncipe (incluído em Reinações de Narizinho)
1928 - O Gato Félix (incluído em Reinações de Narizinho)
1928 - A cara de coruja (incluído em Reinações de Narizinho)
1929 - O irmão de Pinóquio (incluído em Reinações de Narizinho)
1929 - O circo de escavalinho (incluído em "Reinações de Narizinho, com o nome O circo de cavalinhos)
1930 - A pena de papagaio (incluído em Reinações de Narizinho)
1931 - O pó de pirlimpimpim (incluído em Reinações de Narizinho)
1933 - Novas reinações de Narizinho
1938 - O museu da Emília (peça de teatro, incluída no livro Histórias diversas)
INFLUÊNCIAS
Lobato ostensivamente revelava, em seus livros, as influências que recebeu diretamente dos autores de obras infantis, desde os fabulistas clássicos, como Esopo e La Fontaine, aos personagens dos desenhos animados que então surgiam nas telas do cinema, como Popeye e sua trupe, o Gato Félix e outros.
As crianças do Sítio visitavam e eram visitados por todas personagens do imaginário literário, e Peter Pan convivia ao lado de figuras folclóricas, como o Saci, tudo isto permeado pela forte presença de uma característica então comum no meio rural: a tradição oral de "contar histórias" - e quase sempre é assim que Tia Nastácia e Dona Benta introduzem aos leitores, os novos assuntos que dão mote aos livros do autor.
Dentre os clássico explicitamente citados por Lobato, encontram-se Lewis Carroll, Carlo Collodi (criador do Pinóquio) e J. M. Barrie, além de outros que, presume-se, tenham-no influenciado diretamente, dada as semelhanças, como L. Frank Baum (de O Mágico de Oz) e Wilhelm Busch.
O Sítio na televisão
Os livros infantis de Monteiro Lobato foram transformados em cinco séries de televisão de bastante sucesso, a primeira na TV Tupi, e que foi exibida de 3 de junho de 1952 a 1962; a segunda, na TV Cultura em 1964; a terceira na Rede Bandeirantes, em 12 de dezembro de 1967; a quarta na Rede Globo, de 7 de março de 1977 a 31 de janeiro de 1986; e a quinta, também na Rede Globo, desde 12 de outubro de 2001 até os dias atuais, a série chamada Sítio do Picapau Amarelo.
Ambas as séries da Globo misturam histórias originais de Monteiro Lobato com textos inspirados em temas atuais.

José Bento Renato Monteiro Lobato (Taubaté, 18 de abril de 1882 — São Paulo, 4 de julho de 1948) foi um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX. Foi o "precursor" da literatura infantil brasileira e ficou popularmente conhecido pelo conjunto educativo, bem como divertido, de sua obra de livros infantis, o que seria aproximadamente metade da sua produção literária. A outra metade, consistindo de inúmeros e deliciosos contos (geralmente sobre temas brasileiros), artigos, críticas, prefácios, um livro sobre a importância do petróleo e do ferro e um único romance, O Presidente Negro, que não alcançou a mesma popularidade que suas obras para crianças.
"Lobato nunca fez literatura por literatura. Poucos escritores botaram tanta intenção, tanto sofrimento, tanta preocupação, tão sério amor, nos seus livros e nos seus artigos, como o fez ele, em sua literatura combativa e tantas vezes combatida"
Orígenes Lessa
Monteiro Lobato era um
homem movido a paixões:
paixão pelas crianças,
paixão pelo Brasil,
paixão pela comunicação.
Mais da metade de seus livros Monteiro Lobato escreveu para o público infanto juvenil, com a intenção de ajudar na formação intelectual e moral da nossa juventude. Há pelo menos três gerações de brasileiros que se desenvolveram sob a influência de suas obras e de seu pensamento.
A outra parte de sua obra é basicamente política, como política era também sua militância intensa como jornalista e editor. Era política porque mostrava sua grande preocupação com a situação de nosso povo e seu engajamento nas lutas por mudanças na sociedade brasileira. Consequência dessa luta sofreu as agruras das prisões e da perseguição.
Toda sua vida e seu trabalho estiveram dedicados à luta pela preservação dos valores culturais e das riquezas naturais da Nação. Foi pioneiro na luta pela preservação de nossas florestas, de nossos índios e de nossos bichos.
Monteiro Lobato não podia viver sem estar se comunicando com as pessoas, principalmente com as crianças. Sua obras incitam ao diálogo e à busca de parceiros para as brincadeiras. Quando escrevia em jornais, fazia questionários e pedia a opinião de seus leitores.
Se Lobato estivesse vivo seria um grande interneteiro. Estaria aproveitando ao máximo a interatividade, a possibilidade de diálogo, a capacidade de reunir gente oferecida pela rede mundial.
Obra completa de Monteiro Lobato publicada pela Editora Brasiliense na segunda metade dos anos quarenta.
Literatura Geral
v. 1 – Urupês
v. 2 – Cidades mortas
v. 3 – Negrinha
v. 4 – Idéias de Jeca Tatu
v. 5 – A onda verde e O presidente negro
v. 6 – Na antevéspera
v. 7 – O escândalo do petróleo e Ferro
v. 8 – Mr. Slang e o Brasil e Problema vital
v. 9 – América
v. 10 – Mundo da lua e Miscelânea
v. 11 – A barca de Gleyre (1º tomo)
v. 12 – A barca de Gleyre (2º tomo)
v. 13 – Prefácios e entrevistas
Lançamentos posteriores da obra adulta pela Editora Brasiliense
v. 14 – Literatura do Minarete
v. 15 – Conferências, artigos e crônicas
v. 16 – Cartas escolhidas (1º tomo)
v. 17 – Cartas escolhidas (2º tomo)
v. 18 – Críticas e outras notas
v. s/n - Cartas de amor
Outros títulos de Monteiro Lobato
O Saci-Pererê: resultado de um inquérito (sem indicação de autor). São Paulo, Seção de Obras de O Estado de S. Paulo, 1918.
A menina do narizinho arrebitado. (1920) Edição fac-similar. São Paulo, Metal Leve, 1982.
La nueva Argentina (sob pseudônimo de Miguel P. Garcia). Buenos Aires, Editorial Acteon, 1947.
Zé Brasil. s.l., Ed. Vitória, 1947; Calvino Filho, ilustrado por Portinari, 1948.
Georgismo e comunismo – O imposto único. São Paulo, Brasiliense, 1948.

Barão de Mauá (1813 - 1889)

Irineu Evangelista de Souza - Notável empresário, industrial, banqueiro, político e diplomata brasileiro nascido em Arroio Grande, município de Jaguarão, RS, um símbolo dos capitalistas empreendedores brasileiros do século XIX. Órfão de pai, viajou para o Rio de Janeiro, RJ, em companhia de um tio, capitão da marinha mercante e, aos 11 anos, empregou-se como balconista de uma loja de tecidos. Passando a trabalhar na firma importadora de Ricardo Carruthers (1830), este lhe ensinou inglês, contabilidade e a arte de comerciar. Aos 23 anos tornou-se gerente e logo depois sócio da firma. A viagem que fez à Inglaterra em busca de recursos (1840), convenceu-o de que o Brasil deveria caminhar para a industrialização. Iniciando sozinho a frente do ousado empreendimento de construir os estaleiros da Companhia Ponta da Areia, fundou a indústria naval brasileira (1846), em Niterói, RJ, e, em um ano, já tinha a maior indústria do país, empregando mais de mil operários e produzindo navios, caldeiras para máquinas a vapor, engenhos de açúcar, guindastes, prensas, armas e tubos para encanamentos de água. Da Ponta da Areia saíram os navios e canhões para as lutas contra Oribe, Rosas e López. A partir de então, dividiu-se entre as atividades de industrial e banqueiro. Foi pioneiro no campo dos serviços públicos: fundou uma companhia de gás para a iluminação pública do Rio de Janeiro (1851), organizou as companhias de navegação a vapor no Rio Grande do Sul e no Amazonas (1852), implantou a primeira estrada de ferro, da Raiz da Serra à cidade de Petrópolis RJ (1854), inaugurou o trecho inicial da União e Indústria, primeira rodovia pavimentada do país, entre Petrópolis e Juiz de Fora (1854), realizou o assentamento do cabo submarino (1874) e muitas outras iniciativas. Em sociedade com capitalistas ingleses e cafeicultores paulistas, participou da construção da Recife and São Francisco Railway Company, da ferrovia dom Pedro II (atual Central do Brasil) e da São Paulo Railway (hoje Santos-Jundiaí). Iniciou a construção do canal do mangue no Rio de Janeiro e foi o responsável pela instalação dos primeiros cabos telegráficos submarinos, ligando o Brasil à Europa. No final da década de 1850, o visconde fundou o Banco Mauá, MacGregor & Cia, com filiais em várias capitais brasileiras e em Londres, Nova Iorque, Buenos Aires e Montevidéu. Liberal, abolicionista e contrário à Guerra do Paraguai, forneceu os recursos financeiros necessários à defesa de Montevidéu quando o governo imperial decidiu intervir nas questões do Prata (1850) e, assim, tornou-se persona non grata no Império. Suas fábricas passaram a ser alvo de sabotagens criminosas e seus negócios foram abalados pela legislação que sobretaxava as importações. Foi deputado pelo Rio Grande do Sul em diversas legislaturas, mas renunciou ao mandato (1873) para cuidar de seus negócios, ameaçados desde a crise bancária (1864). Com a falência do Banco Mauá (1875) o visconde viu-se obrigado a vender a maioria de suas empresas a capitalistas estrangeiros. Doente, minado pelo diabetes, só descansou depois de pagar todas as dívidas, encerrando com nobreza, embora sem patrimônio, a Biografia de sse grande empreendedor. Ao longo da vida recebeu os títulos de barão (1854) e visconde com grandeza (1874) de Mauá.
Baden Powell
Em 22 de fevereiro de 1857 nascia em Londres, capital da Inglaterra o menino Robert Stephenson Smith Baden Powell, sexto filho de um eclesiático, professor em Oxford. Mais tarde seria conhecido no mundo inteiro como o Fundador do Escotismo.
Seu pai veio a falecer quando o menino Robert tinha 3 anos de idade, deixando sua mãe e seus sete filhos. Robert fez seus estudos em uma escola pública chamada Charterhouse em Londres, onde era muito popular e querido por todos, colegas e professores. Nas férias ele sempre aproveitava para acampar com seus irmãos mais velhos. Desde sua infância era grande seu amor pela aventura e pela natureza.
Em 1876, quando terminou seus estudos secundários, Baden Powell ingressou no exército. Como oficial de carreira viajou muito, conhecendo grande parte do mundo. Durante suas viagens, conheceu tribos de guerreiros da áfrica, os vaqueiros Americanos e conviveu com os índios da América e do Canadá. Por seus grandes feitos e suas habilidades lhe chamavam de "Impisa" que significava "lobo que nunca dorme".
Durante a Guerra do Transval em 1899, Baden Powell comandou a guarnição de Mafeking, importante entroncamento ferroviário, cuja posse era de grande valor estratégico. A cidade foi durante meses vítima de ataques de forças inimigas muito superiores, e só se manteve graças à inteligência e coragem de seu comandante, cujas atitudes inspiravam a atuação de seus comandados.
Como dispunham de poucos soldados, B.P. treinou todos os homens válidos da cidade para usa-los como combatentes e para os serviços auxiliares; primeiros socorros, comunicação, cozinha, etc, organizou um corpo de cadetes com adolescentes na cidade. A maneira como os jovens desempenharam suas tarefas, seus exemplos de educação, lealdade, coragem e responsabilidade, causaram grande impressão em B.P. e anos mais tarde aquele acontecimento teria grande influência na criação do Escotismo.
Baden Powell promovido ao posto de Major-General, tornou-se muito popular nos olhos de seus compatriotas e lançou seu livro que escrito para militares "Aids to Scouting" (Subsídios para Reconhecimento). Seu sucesso não só para o público militar, mas também para o público jovem incentivou Baden Powell a reescrever uma versão chamada especialmente para rapazes.
Em 1907 foi com um grupo de 20 repazes para a Ilha de Brownsea, para realizar o primeiro acampamento escoteiro. No próximo ano escreveu em seis fascículos quinzenais o seu manual de adestramento, o "Escotismo para Rapazes". Assim, em 1910 B.P. compreendeu que o Escotismo seria a obra que dedicaria sua vida, afastando-se do exercito e dedicando-se apenas ao Movimento Escoteiro.
Depois de vários anos de dedicação ao escotismo, viajando pelo mundo e fundando associações escoteiras em vários países, Baden Powell sentiu suas forças declinarem. Retirou-se então para uma pequena propriedade que possuía próximo à cidade de Naiobi, na áfrica. Ali, na companhia de sua esposa dividia seu tempo entre a pintura, suas numerosas correspondências e as visitas de seus amigos. Faleceu na madrugada de 08 de janeiro de 1941 enquanto dormia.
a
"Se queremos que nossos rapazes sejam felizes na vida, devemos fazer com que eles assimilem o costume de praticar o bem ao próximo, além de ensinar-lhes a apreciar as coisas da natureza."

Inventos cinematográficos
Thomas Edison teve um papel determinante no surto da indústria do cinema. São estes os aparelhos que inventou ou lançou no mercado :
Cinetógrafo (Kinetograph) : máquina de filmar
Cinescópio ou Cinetoscópio (Kinetoscope) : caixa com imagens filmadas vistas no seu interior
Cinefone (Kinetophone) : versão do cinescópio com som síncrono gerado por um fonógrafo
Vitascópio (Vitascope) : projector de filmes em tela
Filmes de Thomas Edison
Mudos

Thomas Edison inspecionando um carro elétrico em 1913.
Thomas Edison usando o Telefone.
1895 : The Execution of Mary Stuart
1896 : Fatima's Coochee-Coochee Dance
1896 : Blackton Sketches, No. 3
1896 : Blackton Sketches, No. 2
1897 : Butterfly Dance
1898 : The Passion Play of Oberammergau
1903 : Electrocuting an Elephant
1904 : Parsifal
1911 : Lucia di Lammermoor
Sonoros
1913 : Nursery Favorites
1913 : A Minstrel Show
1913 : The Irish Policeman
1913 : Her Redemption
1913 : Julius Caesar
1914 : The Patchwork Girl of Oz

Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Edison / http://www.unificado.com.br/calendario/10/thomas_edison.htm

Aqui deixamos a nossa homenagem ao gênio Thomas Edison.

Em 1878, com 31 anos, propôs a si mesmo o desafio de obter luz a partir da energia elétrica. Outros pesquisadores já haviam tentado construir lâmpadas elétricas. Nernst e Swan, por exemplo, haviam obtido alguns resultados, mas seus dispositivos tinham vida bastante curta.
Edison tentou inicialmente utilizar filamentos metálicos. Foram necessários enormes investimentos e milhares de tentativas para descobrir o filamento ideal: um fio de algodão parcialmente carbonizado. Instalado num bulbo de vidro com vácuo, aquecia-se com a passagem da corrente elétrica até ficar incandescente, sem porém derreter, sublimar ou queimar. Em 1879, uma lâmpada assim construída brilhou por 48 horas contínuas e, nas comemorações do final de ano, uma rua inteira, próxima ao laboratório, foi iluminada para demonstração pública.
Edison ainda aperfeiçoou o telefone (com o microfone a carvão empregado até hoje), o fonógrafo, e muitas outras invenções. Em conjunto, essas realizações modificaram os hábitos de vida em todo o mundo e consagraram definitivamente a tecnologia. Thomas Alva Edison morreu a 18 de outubro de 1931.
Inventos
O fonógrafo de Edison

Em 1868 patenteia seu primeiro invento, um contador automático de votos. Dois anos depois, funda uma empresa em Newark, Nova Jersey. Inventa um equipamento electromecânico que transmite telegraficamente as cotações da bolsa de valores. Enriquece com a comercialização do aparelho e inventa outros dispositivos sem aplicações comerciais. Cria um aparelho que facilita as transmissões em código morse: uma pena elétrica que simplifica a duplicação em mimeógrafo. O microfone de carvão, outro invento, torna possível as transmissões telefônicas.
Muda-se para Menlo Park, Nova Jersey. Diversifica suas pesquisas, abordando as mais diversas tecnologias. Aplica-se na investigação em telefonia, aperfeiçoa o fonógrafo, cria a primeira lâmpada incandescente com filamento de carvão. Trabalha já com uma grande equipe de profissionais, constrói o primeiro dínamo de alta potência. Patenteia muitas invenções, como o gerador de alto vácuo para a fabricação de lâmpadas, o contador de electricidade, o regulador de corrente para máquinas de soldar elétricas.
Em outubro de 1879 a Edison Eletric Light Company é já uma potência económica dominando a época da electricidade nos Estados Unidos. Patenteia a lâmpada incandescente de filamento fino de carvão a alto vácuo. O produto, devido à nova tecnologia, permite aumento substancial da vida útil do produto. Em 1883, após ter descoberto o efeito Édison, regista o primeiro dispositivo termiónico, um díodo termiônico ou válvula de Edison, precursora da válvula de rádio, ou válvula termiônica.
A Edison General Eletric é fundada em 1888. Será um dos maiores conglomerados industriais do planeta. Fabrica todos os tipos de dispositivos elétricos, como geradores, motores, gigantescas válvulas solenóides. A empresa transforma-se num dos maiores fabricantes multinacionais.
Durante a Primeira Guerra Mundial, a General Eletric entra no campo de metalurgia naval, produzindo gigantescas máquinas e novos equipamentos para os navios construídos em diversos estaleiros americanos. A GE entra no ramo da indústria química, aperfeiçoando os métodos de fabrico de novos produtos e substâncias.
Edison é considerado um dos inventores mais prolíficos do seu tempo, registando 1093 patentes em seu nome. A maioria desses inventos não é completamente original, mas as patentes compradas por Edison são melhoradas e desenvolvidas pelos seus numerosos empregados. Edison tem sido criticado por não compartilhar os seus créditos.
Muitos afirmam que a maioria das invenções creditadas a Edison são da autoria de outros. Um caso famoso que ilustra esta opinião é o de Nikola Tesla, que trabalhou com Edison e não teria sido pago por algumas de suas aplicações, aprimoramentos e descobertas.
Sendo ateu, por vezes dava respostas irônicas aos jornalistas, como quando lhe perguntaram se acreditava em comunicação com espíritos: "Não, não acredito. Mas se eu fosse um espírito, encontraria uma maneira mais inteligente e menos precária de me comunicar com os homens."
Durante cinco anos trabalhou por toda a parte. Aproveitou um emprego que tinha, à noite, para se entreter com as suas engenhocas. Para evitar surpresas (às vezes mete-se a dormir), inventa um sistema elétrico que envia de hora a hora um sinal aos vigilantes. Inventa também uma ratoeira elétrica para caçar os ratos no quarto da pensão.bem na hora em que morreu
Edison registrou seu primeiro invento - uma máquina de votar, pela qual ninguém se interessou - quando tinha 21 anos. Muda-se para Nova Iorque em 1869 para se estabelecer como inventor independente. Chega esfomeado e sem dinheiro. Dois anos mais tarde, inventou um indicador automático de cotações da bolsa de valores. Vendeu-o por 40 mil dólares e ainda assinou um contrato com a Western Union, situação que lhe permitiu estabelecer-se por conta própria em Newark, subúrbio de Nova York.
No Natal de 1871, casou-se com uma jovem de 16 anos, Mary Stilwell, uma de suas empregadas, que era perfuradora de fitas telegráficas. Ele a pediu em casamento batendo uma moeda em código morse. Diz-se que, terminada a cerimônia, o noivo esqueceu as núpcias, enfiou-se na oficina e de lá só voltaria de madrugada. Mary morreria doze anos depois, de febre tifóide. Edison se casaria mais uma vez, com Nina Miller. Nos dois casamentos, teve seis filhos, três de cada um.
Em 1876, já famoso, a grandeza de seus recursos e a amplitude de suas atividades motivaram a construção de um verdadeiro centro de pesquisas em Menlo Park. Era quase uma cidade industrial, com oficinas, laboratórios, assistentes e técnicos capacitados. Nessa época, Edison chegou a propor-se a meta de produzir uma nova invenção a cada dez dias. Não chegou a tanto, mas é verdade que, num certo período de quatro anos, conseguiu patentear 300 novos inventos, o que eqüivale praticamente a uma criação a cada cinco dias.
Em 1877 inventou o fonógrafo. O aparelho consistia em um cilindro coberto com papel de alumínio. Uma ponta aguda era pressionada contra o cilindro. Conectados à ponta, ficavam um diafragma (um disco fino em um receptor onde as vibrações eram convertidas de sinais eletrônicos para sinais acústicos e vice-versa) e um grande bocal. O cilindro era girado manualmente conforme o operador ia falando no bocal (ou chifre). A voz fazia o diafragma vibrar. Conforme isso acontecia, a ponta aguda cortava uma linha no papel de alumínio. Quando a gravação estava completa, a ponta era substituída por uma agulha; a máquina desta vez produzia as palavras quando o cilindro era girado mais uma vez. Thomas Edison trabalhou nesse projeto em seu laboratório enquanto recitava a conhecida canção infantil "Maria tinha um carneirinho" (Mary had a little lamb), e reproduzia-a.

Th
omas Edison
Thomas Alva Edison (Milan, 11 de Fevereiro de 1847 — West Orange, 18 de Outubro de 1931) foi um inventor e empresário dos Estados Unidos que desenvolveu muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros inventores a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.
Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente, o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve papel determinante na indústria do cinema.
Muitos o consideram o maior inventor de todos os tempos. O seu QI seria estimado em cerca de 240. A ele são atribuídas mais de 1300 patentes, ainda que nem todas sejam de invenções de sua própria autoria.
Biografia
Thomas Alva Edison nasceu numa família da classe média, a 11 de fevereiro de 1847,em Milan Ohio, EUA. O pai, Samuel Edison, canadense de origens holandesas, deita mão ao que pode: vende bugigangas, é marceneiro, carpinteiro, negociante de imóveis. A mãe, Nancy Eliot Edison, ex-professora canadense, tem a cargo sete crianças, das quais três faleceram ainda pequenas. Thomas é o mais novo, e, por isso, sua mãe lhe dedica especial atenção.
Em 1853, a família mudou-se para Port Huron, Michigan. Na escola, a única da cidadezinha, o rapaz tinha problemas. Seu professor, o padre Engle, dizia que ele "tem o bicho no corpo, que é um coça-bichinhos estúpido, que não pára de fazer perguntas e que lhe custa a aprender". Além disso, o garoto recusava-se a fazer as lições. Vão-se três meses de aulas e Thomas Edison deixa a classe. Nunca mais voltaria a freqüentar uma escola. A mãe toma a seu cargo a educação do menino e ele, por seu lado, aprende o que mais lhe interessa. Acaba por devorar todos os livros da mãe com temas sobre ciência. Monta um laboratório de química no sótão e, de vez em quando, faz tremer a casa.
Arranja, entretanto, um emprego como ardina no comboio que faz a ligação entre Port Huron e Detroit. Vende jornais, sanduíches, doces e frutas dentro dos trens. O guarda da estação local deixa-o guardar os doces e os jornais num vagão vazio. Sobrava tempo para leituras e para experiências no laboratório que, sorrateiramente, Edison havia instalado num dos vagões (certa vez, o vagão pegou fogo devido às experiências que lá empreendera). Agravam-se os problemas que tem com os ouvidos e ele fica surdo.
Aprendeu o código Morse e construiu telégrafos artesanais. Havia mais tarde de chamar "Dot" (ponto) à filha e "Dash" (traço) ao filho. Frequentava um curso e tornanava-se telegrafista na terra natal. Mas, como não dispensa a companhia dos instrumentos, provoca outro acidente e quase faz explodir o gabinete.
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